Você, meu querido irmão em Cristo, sabia que nos Estados Unidos a partir do dia 23 de Março de 2013 será obrigatório que todo cidadão norte-americano receba um chip subcutâneo na mão direita? (Local este de grande atividade muscular, o que alimenta a bateria do chip).

Como o atual presidente dos EUA disse em discurso em rede nacional, este é o primeiro passo para melhorias na área da saúde e, em um futuro próximo, os americanos poderão efetuar transações comerciais através desse chip.

Absolutamente todos os dados pessoais, histórico médico, e localização de cada cidadão (pois o chip, produzido pela Motorola, tem GPS) serão monitorados por uma Central.

Nenhum cidadão norte-americano irá comprar, vender, ir ou vir sem que seja monitorado e sem este chip, neste primeiro passo, os cidadãos não terão acesso a atendimento médico nos EUA.

E as autoridades internacionais acreditam que a partir de 2017 essa “tecnologia” estará disponível para TODOS os outros países. E esta “tecnologia” já vem sido testada em brasileiros em território nacional.

Estes chips contêm lítio, um componente químico altamente tóxico e, o chip, se quebrado, ao tentar ser retirado, por exemplo, (sendo este frágil e do tamanho de um grão de arroz) pode liberar este componente químico no ser humano e matá-lo rapidamente.

FEMA.

Você sabia que a FEMA (Federal Emergency Management – Gerenciamento Federal de Emergência – tradução livre) possui, por todo território norte-americano, milhares de milhares de urnas fúnebres de concreto e plástico, casas móveis (muito parecidas com as casas de madeira utilizadas em campos de concentração por Hitler), como também grandes áreas cercadas e monitoradas, mas, ainda, sem utilidade alguma (que também é muito parecido com campos de concentração!)?

A FEMA diz que tudo isso está preparado para auxílio aos cidadãos em situações de emergências de causas naturais. Será?

 

Uma olhada na História.

No dia 23 de Março de 1775, Patrick Henry, na Igreja de St. John, na cidade de Richmond, no Estado da Virginia fez a seguinte declaração:

“Dá-me Liberdade ou Dá-me a Morte”

Tal declaração deu inicio à Guerra Revolucionária Americana (1775 – 1783), visto que desde 1765 os Estados Unidos buscava desvincular da Grã-Bretanha, desde que esta impôs sobre os Estados Unidos o que chamaram de Stamp Act (Ato de Selo) que exigia ter seu selo (sua marca)  em todos os papéis na Colônia Americana e deste selo uma taxa deveria ser paga à Grã-Bretanha na moeda Inglesa.

O propósito desta taxa era arcar com os gastos das tropas Britânicas na Colônia Americana, pois o Governo Britânico acreditava que os colonos deveriam arcar com este gasto, visto que eram os primeiros beneficiados com a presença das tropas na Colônia.

A Guerra Revolucionária começou entre o Reino da Grã-Bretanha e as Treze Colônias Britânicas na America do Norte e acabou em guerra mundial entre várias potências europeias, conflitos na Índia e Oeste da África entre a Grã-Bretanha e França.

 

Uma Olhada na Bíblia

Foi-lhe dado poder para dar fôlego à imagem da primeira besta, de modo que ela podia falar e fazer que fossem mortos todos os que se recusassem a adorar a imagem.

Também obrigou todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, a receberem certa marca na mão direita ou na testa,

para que ninguém pudesse comprar nem vender, a não ser quem tivesse a marca, que é o nome da besta ou o número do seu nome.

Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Seu número é seiscentos e sessenta e seis.

Apocalipse 13.15-18

 

Maranata!

 

No Amor do Cordeiro,

Danilo.

Demorei mais do que eu imaginei para escrever este texto, afinal perseverança não é algo fácil e eu não poderia comprometer-me a dissertar sobre um assunto que eu não esteja inteiramente disposto a viver. Portanto quero que você saiba que antes dessas palavras atingirem e confrontarem o seu coração, o seu compromisso e a sua perseverança, antes eu o fui. É um processo duro, porém maravilhoso, e diga-se também, extremamente necessário, afinal, “Ninguém põe remendo de pano novo em roupa velha, pois o remendo forçará a roupa, tornando pior o rasgo.
Nem se põe vinho novo em vasilhas de couro velhas; se o fizer, as vasilhas se rebentarão, o vinho se derramará e as vasilhas se estragarão. Pelo contrário, põe-se vinho novo em vasilhas de couro novas; e ambos se conservam”. 
Mateus 9:16-17

Se você deseja ser parte do novo que Deus tem pra fazer em nós e através de nós, para nossa igreja local, para nossa nação, para nossa geração, peço em Cristo que você abra o seu coração e dilate o seu entendimento ao ler estas palavras.

Considere o seguinte trecho bíblico:

E qualquer que não levar a sua cruz, e não vier após mim, não pode ser meu discípulo.
Pois qual de vós, querendo edificar uma torre, não se assenta primeiro a fazer as contas dos gastos, para ver se tem com que a acabar?
Para que não aconteça que, depois de haver posto os alicerces, e não a podendo acabar, todos os que a virem comecem a escarnecer dele,
Dizendo: Este homem começou a edificar e não pôde acabar.
Assim, pois, qualquer de vós, que não renuncia a tudo quanto tem, não pode ser meu discípulo
Lucas 14:27- 30 e 33

Eu entendo por este texto que o compromisso que nos é proposto (Lucas 9.23 – QUEM QUISER) tem um custo, tem um padrão de excelência e de renúncia TOTAL, pois nosso chamado inclui estar neste mundo, somos separados do mundo (santificados por Deus), mas para as boas obras, ou seja, fazer o que é bom em um mundo totalmente mal.

E há quem diga que este chamado é fácil de ser aceito. Se o fosse, o próprio Cristo não teria cogitado a possibilidade de encontrar em Deus outra maneira de cumprir seu propósito (Lucas 22.42), porém ele perseverou e disse: todavia não seja feita a minha vontade, mas a Tua.

E quantas vezes na caminhada somos tentados a mudar a essência, a mudar o padrão do nosso compromisso?

Você se lembra que o padrão do nosso compromisso é obediência até a morte e morte de cruz? (Filipenses 2.8)

Pois é! Mas não consideramos “a mudança” como desobediência, mas sim simplesmente como uma nova estratégia (que muitas vezes temos ‘a cara de pau’ de dizer que esta foi dada por Deus).

“Nossa vida é tão corrida, precisamos nos adequar a este estilo de vida pós-moderno”.

“Temos tanta coisa pra fazer além dos ensaios e reuniões”.

“Não vejo mau nenhum em cancelar (ou faltar) de um ensaio ou outro de vez em quando”. 

“Se ele tem chegado atrasado aos ensaios, eu que não vou ‘me matar’ pra estar aqui no horário”.

Tantas podem ser as desculpas, os motivos (justos ou não) que nos levam a perder o padrão do compromisso, ou seja, a perseverança.

Para compreendermos melhor o que é perseverança fui buscar ao dicionário:

perseverança 
(latim perseverantia, -ae

s. f.

1. Qualidade ou acção de quem persevera.

2. Constância, firmeza, pertinácia.

3. Duração aturada de alguma coisa.

 

O próprio Cristo nos disse que neste mundo teríamos aflições, e é verdade, mas Ele também nos disse para termos bom ânimo e infelizmente isso não tem sido verdade nas nossas vidas, pois se diante de outras preferências já nos desanimamos com o padrão de compromisso (perseverança) imagine então o quanto não caímos do padrão diante das lutas que nos sobrevêm neste mundo.

Em nosso compromisso, precisamos estar cientes que, a fim de mantê-lo, precisamos renunciar muitas coisas em nossa própria vida. A perseverança depende da “manutenção” diária de nosso compromisso. Renunciar coisas que não são necessariamente pecado, mas que, certamente nos atrapalham em nosso ministério.  Portanto, também nós, uma vez que estamos rodeados por tão grande nuvem de testemunhas, livremo-nos de tudo o que nos atrapalha e do pecado que nos envolve, e corramos com perseverança a corrida que nos é proposta. Hebreus 12.1

Mas é pergunta então é, como manter este padrão?

A própria Palavra nos responde:

Pois tudo o que foi escrito no passado, foi escrito para nos ensinar, de forma que, por meio da perseverança e do bom ânimo procedentes das Escrituras, mantenhamos a nossa esperança. 
Romanos 15:4

A nossa perseverança procede das Escrituras! Ou seja, só teremos condições de manter o padrão do nosso compromisso com Deus através da LEITURA E MEDITAÇÃO DIÁRIA DAS ESCRITURAS!

E neste processo de renúncia total, de compromisso e de perseverança passamos por lutas, internas e externas, mas as Escrituras mais uma vez nos ensinam o valor da perseverança e como obtê-la:

Meus irmãos, considerem motivo de grande alegria o fato de passarem por diversas provações,
pois vocês sabem que a prova da sua fé produz perseverança.
E a perseverança deve ter ação completa, a fim de que vocês sejam maduros e íntegros, sem lhes faltar coisa alguma. 
Tiago 1:2-4

Aprendo com este texto que a perseverança não é um esforço nosso, mas sim resultado de nosso compromisso com Deus. Se exercêssemos nosso ministério apenas com o nosso esforço, por maior que o fosse, nosso ministério seria medíocre, mas se nos comprometemos com Deus nos padrões que Cristo, (Filipenses 2.8) temos, então, condições o suficiente para perseverarmos até o fim.

E se nossas atitudes infantis (não aceitar uma correção, ou acreditar que outros são tidos em maior estima do que você, por exemplo) ou se agimos de má fé para com o nosso compromisso (faltar dos ensaios por motivos banais, por exemplo), estes são sinais de que nossa perseverança ainda não está completa, é necessário passar por mais algumas provações da fé. Você está disposto a se comprometer e a perseverar?

Quão tremendo é o agir de Deus em nós!
Enquanto nos comprometemos com Ele, Ele se compromete conosco, nos moldando, nos usando e nos sustentando, afinal, é Deus quem efetua em nós tanto o querer quanto o realizar, de acordo com a boa vontade dele. Filipenses 2.13

Se o preço do compromisso parecer caro, temos a convicção nEle que não estamos sós, Ele nos sustenta. Pois não nos pregamos a nós mesmos, mas a Jesus Cristo, o Senhor, e a nós como escravos de vocês (Paulo aqui dizia sobre sua total submissão ao próximo a fim de cumprir o seu chamado, mas muitas vezes queremos ser ‘senhores’, não é verdade? Que possamos abrir o nosso coração, pedindo a Deus um coração totalmente disposto a servir), por amor de Jesus.
Pois Deus que disse: “Das trevas resplandeça a luz”, ele mesmo brilhou em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus na face de Cristo.
Mas temos esse tesouro em vasos de barro, para mostrar que este poder que a tudo excede provém de Deus, e não de nós.
De todos os lados somos pressionados, mas não desanimados; ficamos perplexos, mas não desesperados;
somos perseguidos, mas não abandonados; abatidos, mas não destruídos.
Trazemos sempre em nosso corpo o morrer de Jesus, para que a vida de Jesus também seja revelada em nosso corpo. 
2 Coríntios 4:5-10

 

Pois dele, por ele e para ele são todas as coisas.

A ele seja a glória para sempre! Amém.

Romanos 11:3

 

No Amor de Cristo,

 

Danilo Garcia.

Esse é o tema do nosso Ministério de Louvor para o ano de 2012 e essas três palavras têm sido ferramentas do Espírito para provocar uma revolução na minha vida.

Sempre tive um cuidado quanto ao meu compromisso para com o ministério: Pontualidade, aprender as músicas novas, participar dos ensaios e reuniões, uma vida disciplinada de oração e leitura da Palavra (principalmente nos dias em que sou responsável pela escolhas das músicas).

Mas tomei uma decisão ousada: sondar meu coração à luz da Palavra quanto ao meu real compromisso para com meu chamado. E o que descobri foi doloroso, porém libertador e é isso, que ouvi do Espírito Santo que quero compartilhar com vocês.

“Se somos ministros e falamos de Cristo e não meditamos na Palavra, sendo Cristo a própria Palavra, não estamos falando de Cristo realmente”. Jonatas Ambrózio (líder do Ministério de Louvor da 1ª IPB de Mogi-Guaçu)

Essa mensagem me levou a pensar no compromisso que Deus tem com a sua própria palavra – que antes faz o que lhe apraz e prospera naquilo para que Ele a enviou. (Isaías 55.11) – E passei a meditar no compromisso da Palavra, ou seja, no compromisso do próprio Cristo para com a Vontade do Pai para Ele.

Cristo “embora sendo Deus, não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-se; mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens.
E, sendo encontrado em forma humana, humilhou-se a si mesmo e foi obediente até à morte, e morte de cruz! “ Filipenses 2:6-8

Quero pontuar algumas características do compromisso de Cristo para com a vontade do Pai.

- não considerou o ser igual a Deus – Cristo sabia que, apesar de ser o próprio Deus (a Segunda Pessoa da Trindade), o seu chamado, a sua missão estava acima daquilo que Ele era ou tinha. Ele sabia que para cumprir o Chamado de Deus, para estar realmente comprometido com o Plano de Deus, era necessário renunciar  tudo o que Ele era. E quantas vezes nos achegamos para o exercício de nosso chamado, de nosso ministério, cheios de auto-confiança cheios de mecanismo “estou acostumado, faço isso a tanto tempo, é fácil. Os céus se rasgam quando EU adoro”, coisas do tipo que NUNCA confessamos, mas no nosso íntimo, está gritante diante de Deus o nosso orgulho.

- vindo a ser servo – Cristo, sendo o Cristo, não veio ocupar uma posição de destaque, de honra, de holofotes, de atenção. Ele surgiu como uma raiz de uma terra seca, não havia nele beleza ou formosura que nos agradasse. Foi o mais humilhado entre os homens (Isaías 53). A verdade é que ninguém dá muito valor para aquele que está em baixa posição na sociedade. O faxineiro, o coletor de lixo, passamos por eles sem sequer cumprimentá-los. As regras de etiqueta nos ensinam que não é polido agradecer ao garçom que o serve à mesa! Enquanto Cristo nos ensina através do “atrevimento” de Pedro de que, no Reino Dele os valores são totalmente diferentes. O maior para assim ser, deve servir aos outros. “Disse Pedro: “Não; nunca lavarás os meus pés”. Jesus respondeu: “Se eu não os lavar, você não terá parte comigo”.
Respondeu Simão Pedro: “Então, Senhor, não apenas os meus pés, mas também as minhas mãos e a minha cabeça!” João 13:8-9 A verdade é que nos incomodamos quando pessoas se dispõem a nos ajudar, em uma falsa modéstia, pois na verdade nosso ego é que se ofende e por isso dizemos “não, imagina, não precisa, obrigado”, e quando recebemos um favor nos sentimos na obrigação de corresponder, o que nos “força” a descer à área de serviço e é o que, na realidade, não queremos fazer.  Nosso coração desesperadamente corrupto quer servir no ministério da música na igreja desde que não tenhamos ensaios todos os fins de semana, desde que as nossas reuniões de oração não sejam tão longas. Ou seja, queremos servir com privilégios, com condições contratuais se possível, sem nenhum dever, apenas direitos. Isso é qualquer coisa menos compromisso no estilo de Cristo e foi aí que fui confrontado, pois percebi que aquilo que eu considerava muito bom no meu servir não passa de mediocridade. Uma oferta de restos ao Senhor, do que é fácil, do que é confortável (como Caim o fez) e não uma oferta de inteireza de coração e dedicação (como Abel o fez). Queremos sempre oferecer a Deus o melhor, desde que esse melhor não nos comprometa tanto.

- tornando-se semelhante aos homens – Cristo se identificou com o povo a quem veio servir. Ele se condicionou ao meio onde ele estava sem corromper-se com ele. E nós chegamos mais cedo na igreja e saímos mais tarde e não nos deixamos ser vistos pelo povo, pouco contato temos, ou quase nenhum, a não ser com os mais chegados de sempre (panelinha, não! Imagina!), mas Cristo nos ensina que se estamos aqui para servir o povo, para ministrar, precisamos caminhar junto com o povo, conduzindo-os, conhecendo as pessoas com as quais falamos de lá de cima da plataforma. Precisamos saber quem é que está lá na nave da igreja e estarmos prontos e sensíveis ao Espírito para impor as mãos, para abraçar, para doar da Palavra (por isso a suma importância de termos da Palavra em nós!). Se não caminhamos com o povo a quem servimos não nos assemelhamos a eles, tampouco o estamos servindo.  Se não caminhamos com o povo a quem servimos, somos meros animadores de auditório! Cristo não veio ter um contato superficial com a humanidade, Ele sentiu nossos sentimentos, sabores, perfumes e odores, dores. “pois não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas, mas sim alguém que, como nós, passou por todo tipo de tentação, porém, sem pecado.” Hebreus 4.15.

 

humilhou-se a si mesmo e foi obediente até à morte -  Cristo se comprometeu com a Vontade de Deus para Ele a ponto de transpirar gotas de sangue ao saber de sua agonia no Calvário, porém decidiu por fazer cumprir a vontade do Pai – passa de mim esse cálice, se possível for, contudo, seja feita a tua vontade e não a minha Lucas 22.42 –  mas humilhou-se calando-se diante de seus algozes – Ele foi oprimido e afligido, contudo não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado para o matadouro, e como uma ovelha que diante de seus tosquiadores fica calada, ele não abriu a sua boca (Isaías 53:7). Jesus foi injustiçado, caluniado e condenado por crimes que não cometeu, porém era da vontade do Pai moe-lo e faze-lo enfermar pelos nossos pecados (Isaías 53.10) por isso ele calou-se diante das acusações. Mas nós não podemos deixar de dar nossa opinião, não podemos deixar com que o outro (lê-se “líder” na maioria das vezes) saia do ensaio sem “ouvir umas verdades”. Não sabemos nos calar quando somos contrariados. Isso é atitude de criança mimada e não de servo obediente! O verdadeiro compromisso do cristão com o seu chamado está na arte de saber calar-se! O fato de você acreditar estar com a razão não é a mesma coisa de estar com a Verdade. E a Verdade (que é a Palavra) nos ensina a dar a outra face, a andar a segunda milha, a dar também a capa, a ser obediente até a morte!

Eu entendi que o meu compromisso com o chamado do Senhor para mim é muito mais profundo e intenso do que eu jamais podia imaginar. Aprendi a olhar sob a perspectiva de Cristo o que é comprometer-me com a Vontade de Deus e desafio o teu coração a fazer o mesmo, para que Cristo seja então glorificado, como tanto ansiamos.

E, no mais, que possamos sempre exercer o nosso ministério não por “ambição egoísta ou por vaidade, mas humildemente considerando os outros superiores a nós mesmos.
Cada um cuide, não somente dos seus interesses, mas também dos interesses dos outros.
Seja a nossa atitude a mesma de Cristo Jesus,”  Filipenses 2:3-5 (adaptado)

 

No Amor de Cristo,

 

Danilo Garcia.

Enfrentando as Tragédias.

Publicado: fevereiro 14, 2012 em Uncategorized

Ontem, a mídia local aqui da região de Mogi-Guaçu publicou um trágico acidente, onde o casal e os dois filhos morreram.

E, pensando sobre este assunto, comecei a me questionar qual deve ser a minha posição, como cristão, diante das tragédias que pode nos sobrevir. Fazendo uma auto-análise não foi difícil saber que as dificuldades da vida em vez de nos enternecer, nos tem endurecido.

Quando nosso próximo passa por uma situação difícil, logo passamos a pensar em nós mesmos e despejamos sobre ele o peso da nossa cruz como se quisesse dizer: – você está reclamando do que? Olha só a minha situação!”

Já não é fácil encontrar corações dispostos a chorar com os que choram (Romanos 12.15)

Desemprego, divórcio, violência, morte de um ente querido, tragédias naturais transformaram-se em coisas tão corriqueiras que não há quem se incomode com isso.

Não há quem denuncie a violência como o profeta Habacuque (1.1-4).

Nós em nossas lutas, nos fechamos, decidimos que sofrer por nossos problemas já é o bastante. Confundimos amor próprio com egocentrismo.

Diante das nossas próprias dores e coração endurecido paramos de nos preocupar com o perdido, com o órfão, com o pobre, com a viúva, perdemos a fome e sede pela justiça (Mateus 5.6) e passamos a desejar as vinganças de alfarrobeira.

Pensamos que Deus irá vingar-nos naquilo que consideramos ser injustiça, correndo o risco de resvalarmos nossos pés no mesmo tropeço que Asafe quase o fez (Salmo 73).

Passamos a questionar se nossa vida com Deus tem valido a pena, se temos lucrado com isso, se temos sido realmente abençoado por Deus visto que os maus prosperam, não passam por dificuldades, não tem dores quanto nós.

Quando as lutas nos sobrevêm passamos a questionar onde Deus está, talvez culpando sua Soberania e acreditando que em vez de Soberano Ele está sendo um Tirano e nos punindo.

Mas a verdade que libertou o meu coração e me fez entender que as tragédias pode vir sobre qualquer um de nós é o que o próprio Cristo nos ensinou quando a torre de Siloé caiu. (Lucas 13)

Alguns estavam questionando a Jesus sobre os galileus que Pilatos havia assassinado enquanto estes sacrificavam. Naquela época matar uma pessoa enquanto ela oferecia sacrifício era considerado algo terrível.

E Jesus, creio que ao sondar o coração daqueles homens, respondeu que aqueles que morreram não eram mais pecadores que eles e que aqueles que haviam morrido quando a torre de Siloé caiu também não o eram.

Não permita que o seu coração creia que as tragédias são resultados de pecados muito graves (João 9.1-2). Afinal, Jesus afirmou que estes galileus não haviam cometido qualquer ato que merecesse um fim trágico assim.

E o que Jesus anuncia ali confronta também o nosso coração:

No versículo 3 (Lucas 13) ele diz “todos igualmente perecereis”.

Essa é a verdade que, diante de uma tragédia, o que temos que fazer é abrir o nosso coração para a verdade que nós todos estamos sujeitos a partir deste mundo a qualquer momento e que o arrependimento é o que prepara o nosso coração para este momento.

Em vez de questionarmos “onde Deus estava quando isso me aconteceu?” Questione-se: “Onde eu estava em relação a Deus quando isso me aconteceu?”

Você se surpreenderá com a resposta sincera, se você permitir que o Espírito Santo venha lhe convencer da necessidade de um arrependimento para a vida.

Só assim poderemos enfrentar nossas tragédias. Sabendo que Deus é Soberano e que nós, pecadores, a cada dia, precisamos nos arrepender, para que vivamos, mesmo que nesta vida sujeitos a enfrentar tragédias, mas não a morte, pois esta já foi vencida por Cristo, e nEle viveremos para sempre.

Nem mesmo a morte pode nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus. (Romanos 8.31-39)

Por: Danilo Garcia.

Eu, Ele e a Cruz.

Publicado: janeiro 8, 2012 em Uncategorized

Ele nasceu e cresceu de maneira humilde. Experimentado no trabalho e no sofrimento.
Provou de desprezos e ainda assim tem no olhar ternura e amor.

Me abraça… ahh… e eu sinto o seu perfume, o cheiro de suas vestes, de seus cabelos. Seu braço esquerdo aperta seu peito ao meu e sua mão direita a me afagar enquanto sussurra em meu ouvido – eu te amo! eu sei muito bem como você está se sentindo – parou por um momento me apertou ainda mais contra si e eu pude sentir o pulsar do seu coração, e foi quando continuou – a decisão de perdoar e amar incondicionalmente foi a melhor decisão que tomei.

Me constrangi quando ali, naquele abraço, me lembrei de tantas vezes que eu mesmo O desprezei, quantas vezes virei-lhe o rosto, e de um salto me afastei dele, corri.

E foi quando um alvoroço começou a tomar conta da cidade. Ouvi dizer que os homens da lei estavam planejando um julgamento, ilícito, pois já era noite. E caminhei, errante por entre a cidade.

E foi, quando percebi que um homem havia sido preso, mas decidi por não me envolver neste assunto, já tinha problemas demais para mim mesmo.

Decidi subir uma montanha…me distanciar, esperar a morte, pois não havia outro destino pra mim.

Eu pudia ainda sentir o perfume dele em mim, e lembrar-me daquele abraço, mas eu não pudia voltar, a culpa era grande demais, a vergonha, eu não sabia voltar, não pudia.

Já era de manhã quando ouvi o povo chamar o nome dele diante de algumas palavras de Pilatos.

E tudo aconteceu muito rápido, e quando me aparcebi, lá estava ele, abraçando outra vez, mas desta vez, abraçado à uma cruz.

E quando me olhou nos olhos, eu me senti abraçado outra vez, e a maneira como Ele se apegou àquela Cruz me fez entender o que ele disse “perdoar e amar incondicionalmente foi a melhor decisão que tomei”.

E o algoz martelava aqueles cravos que dilaceravam suas mãos, seus pés… a violência era tamanha que o sangue espirrava no próprio algoz…

E ele foi levantado, pregado no madeiro, ali… no meu lugar, onde eu estava assentado… a morte chegou pra mim, mas Ele a tomou sobre si, por mim…

Depois de horas calado, Ele questionou o Pai – Por que me desamparaste? – que no profundo da minha alma pude ouvi-Lo responder: por você!

E me aproximei…

E ele bradou: Está consumado!

Era por volta do meio dia e o céu enegreceu-se a terra tremia, muitos corriam temendo por terem reconhecido quem era este homem.

Eu também o reconheci e por isso me lancei aos pés da Cruz, e ali fiquei, o algoz, com uma lança rasgou o Seu lado, e eu fui lavado.

No terceiro dia, ele me encontrou, e novamente me abraçou e me disse as mesmas palavras: a decisão de perdoar e amar incondicionalmente foi a melhor decisão que tomei.

O abraçei ainda mais forte – por favor, não me deixe sair daqui outra vez, eu preciso do teu abraço, eu preciso te conhecer, eu preciso agir como tens me dito, me ajuda…

E ainda por um breve momento ele se calou e me disse: eu estarei com você TODOS OS DIAS, até que eles terminem.

E assim tem sido…

Por: Danilo Garcia.

Feliz Coração Seguro em 2012!

Publicado: janeiro 1, 2012 em Uncategorized

Pisquei demais e agora já é quase 2012.

Foram muitos “reveillóns”.
Estou aproveitando estes últimos minutos para refletir sobre como cheguei até aqui: homem, adulto bem criado e educado pelos melhores pais que alguém poderia desejar, irmão de três pessoas indescritívelmente maravilhosas, casado agraciado e abençoadamente bem-casado e pai de um meninão de 01 ano e dois meses, tio de lindos sobrinhos, cunhado de pessoas maravilhosas e genro de novos pais que Deus me deu.

As mais antigas dos revillóns vem lá da minha infância. Nos cultos, lá na Igreja Evangélica de Pinheiros. Lembro-me de nos reunirmos em família para orar, lembro-me de acolher em nossa família alguns amigos que estavam sem seus entes naquele momento. Nessas orações lembro-me da Presença do Senhor comunicando verdades libertadoras á nossa família. Foi naqueles dias que Deus preparou nosso alicerce que foi capaz de vencer os ventos e tempestades que viriam com o tempo. O Senhor dos Tempos governa sobre todas as coisas!

Lembro-me de um reveillón marcante, quando a Tia Zilda teve a coragem de levar nós quatro (meus irmãos e eu) para passarmos alguns dias na casa dela, quando ainda morava em Atibaia. Saímos depois do tradicional almoço de natal em família na casa dos meus avós paternos, que estão hoje lá do outro lado da vida, e voltamos só no dia 1º de Janeiro.

Passeios divertidíssimos, muita risada, muita bagunça…

Lembro-me de nos prepararmos para a Virada do Ano, limpando e organizando a casa, nos vestindo das melhores roupas, na mesa às melhores comidas e bebidas e isso faz tanto tempo que nem me lembro da data exata, sei que foi em meados de 199…e alguma coisa.

Brincamos bastante na sala, tocamos piano, cantamos, comemos, nos divertimos, foi intenso, foi precioso, foi vida!

E a vida continuou… dia após dia, ano após ano. Tantas experiências assim, em família, ou a sós, marcaram minha vida e sinalizaram-me os passos até aqui.

Quisera eu poder descrever mais “Viradas”, mas o tempo fez a vida ser tão rápida que é difícil conseguir registrar todos os fatos que, certamente, foram tão marcantes quanto na minha vida, na minha história até aqui.

Mas tranquilizo meu coração com o conselho do sábio Salomão:

Acima de tudo, guarde o seu coração, pois dele depende toda a sua vida. Provérbios 4:23.

Meu coração esteve ora exposto a riscos, ora mais protegido, mas venci o desafio de guardá-lo mesmo exposto a tempos e tempos, estações, mudanças, etc…

Quantas tranqueira deixamos acumular em nosso coração. Guardamos mágoas tão distantes quanto o ano de “199 e alguma coisa”.

Assim nosso coração perde a fome e a força da vida. Eu me lembro de cheiros, de roupas, de rostos, de sorrisos, de abraços, de sabores de tantos momentos tão marcantes na minha vida, na minha história e sei que você também os tem guardado aí, em algum lugar do coração.

Por isso, aproveite estas últimas horas de 2011 para guardar apenas o que é preciso para a vida inteira de 2012 em diante, o teu coração.

Proteja-o, não acredite muito naquela conversa de que vale a pena correr riscos, viver intensamente não é desconsiderar as consequências, mas sim ponderar os pesos e preços e fazer valer a pena cada dia, cada cheiro, cada sabor que a vida trará em 2012.

Feliz Coração Seguro em 2012 pra você!

Choro de um Filho.

Publicado: agosto 20, 2011 em Uncategorized

Olá Amados,

A Cláudia, minha esposa, amamentou o Pedro, como costumeiramente faz desde que ele nasceu, antes de o por no berço.

Quando o fez, foi tomar um banho e poucos minutos depois o Pedro acordou com um choro diferente.

Eu o peguei, tentei acalmá-lo para que adormecesse de novo, porém em vão, ele se debatia em meu colo querendo levantar-se e apontava para a porta do quarto, de onde sabia que a mamãe poderia vir.

Tive de levá-lo até ela, pois NADA o fez cessar o choro, pelo contrário, o fazia chorar ainda mais.

Fiquei segurando-o em meu colo enquanto Cláudia estava no banho. Por alguns momentos ele se agradou dessa leve proximidade, e acabou por adormecer outra vez, ainda em meu colo.

Mas, há cinco minutos atrás, ele despertou, com o mesmo choro.

Sua satisfação por estar nos braços da Cláudia e poder enfim saciar-se me leva às lágrimas nessa hora.

Enquanto o Pedro chorava, esperneava, e assistia a mamãe terminando o banho, os seios dela se enchiam de leite.

Essa ligação ministrou profundamente ao meu coração.

E como eu desejei, no mais profundo da minha alma viver essa inquietação no espírito e na alma, ansiando por estar nos braços do meu Pai.

Como doeu não encontrar em mim esse desejo que me desperta para querer estar com ele, beber dele, comer dele.

Como foi difícil ver o choro do meu bebê e perceber que não era um capricho ou birra. Algo nele gritava pela proximidade, pelo cheiro da mamãe e ele só descansou quando pôde enfim estar com ela.

Quantas vezes nós permitirmos que nossa alma se distraia com qualquer outra coisa em vez de persistirmos na nossa busca pela Presença Íntima com o nosso Deus, nosso Pai.

Ahh… como eu quero chorar pela presença do Senhor. Como eu quero desejá-la sem que nada possa me deter. Mesmo que adormeça por um breve momento de tempo, quero me despertar e continuar desejando estar nos Braços do Meu Pai.

Assim como os seios da Cláudia se preparavam para amamentar, o coração do nosso Pai se enche para estar conosco.

Ahhhh… Quantas vezes não deixei de desfrutar do coração do Pai cheio de amor por mim! Quantas vezes preferi adormecer com fome e acordei satisfeito com o pouquinho que bebi dele pela manhã!

O próprio Cristo nos disse que, nós sendo maus sabemos dar boas dádivas aos nossos filhos, quanto mais o nosso Pai Celestial! Quanto mais!!

Não falo de bens… Falo de Amor… Falo de Presença…

Muitas vezes falhamos como pais e lutamos para dar mais que o necessário para nossos filhos. Lutamos para dar marcas, para dar bens, status, e negamos um abraço. Lutamos para dar toda finança do mundo, mas uma tarde de brincadeiras em família, entre pai e filho, custa mais que um X-box!!

E muitas vezes transferimos essa falta de paternidade para Deus. Achamos que Ele está disposto a nos dar tudo que quisermos menos o seu abraço, menos a sua presença. E isso não é verdade!!

O Senhor está com o coração cheio, transbordando de amor por nós, de braços abertos para mim e para você.

Mas nós precisamos querê-lo. Chorar por ele…Choro de um Filho.